11/03/2026
A Reforma Tributária já entrou no radar das empresas, mas a movimentação prática ainda é mínima.
Dados de uma pesquisa realizada pela GestãoClick com sua base de clientes mostram que apenas 8,5% das empresas já iniciaram algum tipo de adaptação, enquanto 97% afirmam não se sentir plenamente preparadas para o novo modelo.
O contraste revela um padrão recorrente: a maioria reconhece que haverá impacto, mas segue operando como se a mudança ainda estivesse distante.
Em um sistema que passa a reagir mais rapidamente aos dados da operação, essa postura tende a transformar a fase de transição em um período de risco silencioso.
Quem age, quem planeja e quem não sabe o que fazer
A pesquisa revela três grupos bem definidos. Apenas 8,5% já começaram adaptações, como revisão de processos ou ajustes de sistemas. Outros 13,7% estão em fase de planejamento, ainda sem ações efetivas. A maioria, porém, permanece no campo da intenção: 68,8% afirmam que pretendem se preparar, mas ainda não iniciaram nenhuma mudança.
Há ainda um grupo menor, mas relevante, que demonstra paralisia: 25,2% dizem não saber por onde começar. Esse cenário indica que o problema não é apenas falta de informação, mas dificuldade de transformar conhecimento em ação.
A Reforma Tributária não exige apenas entendimento conceitual. Ela demanda ajustes na emissão de notas fiscais, organização de cadastros, integração entre áreas e controle mais próximo da operação. Sem iniciar esse movimento, a empresa tende a concentrar esforços apenas quando os efeitos já aparecem no caixa.
Ano-teste 2026: o prejuízo silencioso e fatal de quem não age no período de adaptação
O ano de 2026 foi desenhado como fase de transição justamente para permitir ajustes graduais. Ignorar esse período significa perder a principal oportunidade de adaptação com menor risco.
Os impactos da falta de ação raramente surgem como um erro isolado. Eles aparecem de forma silenciosa: preços mal formados, créditos não aproveitados, retrabalho na emissão de documentos e oscilações no fluxo de caixa. Quando percebidos, o prejuízo já está incorporado à operação.
Empresas que usam o período de teste para revisar processos, simular cenários e ajustar sistemas tendem a entrar no novo modelo com mais previsibilidade. As que postergam correm o risco de transformar a transição em ruptura.
Fonte: Contábeis
CRC: 1561/O-4
Competências:
Mestre em administração de empresas;
Especialização em auditoria e controladoria;
Pós - MBA pericia contábil;
Fiscal e coordenadora de fiscalização do CRC-AMAPÁ;
Diretora executiva do CRC-AMAPÁ;
Conselheira Federal na Câmara de fiscalização em Brasília;
Professora universitária;
Prêmio Dama Comendadora da Contabilidade da Amazônia;
Prêmio Escritores de Ouro do Meio de Mundo;
Prêmio Doutora Honoris Causa em Ciências Contábeis;
Publicação do livro de própria autoria para empreendedores;
Membro da associação dos peritos do Amapá - ASPECON - AP;
20 anos de experiência na área.
CRC: 001762-O-2
Competências:
Técnico em contabilidade;
Sócia administrativa;
Especialização em contabilidade;
Especialização em societário;
Especialização em RH;
25 anos de experiência na área.
Jurídico
Competências:
MBA - Em Advocacia Pública;
Pós-Graduação em alta performance em Licitações Públicas;
MBA - Licitações Públicas para Implementação da Nova Lei 14.133/2021;
MBA - Agente de Contratação e Pregoeiro Público com Ênfase na Nova Lei 14.133/2021;
Analista Master em Licitação - Vianna e Consultores;
Doutoranda na Universidade de Direito de Buenos Aires - Argentina - Cursando;
Pós-Graduação em Direito Público - Instituto Processus - Brasília/DF;
Bacharel em Direito - UNAMA Universidade da Amazônia - Belém/PA.
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