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Maior escolaridade e aumento na renda: a evolução do empreendedorismo jovem no Brasil

  • 16/06/2026

     
     


     

    Maior escolaridade e aumento na renda: a evolução do empreendedorismo jovem no Brasil

    Estudo do Sebrae mostra crescimento da participação de jovens com ensino médio completo e uma elevação da renda média para R$ 2.576, no final do ano passado.

    O empreendedorismo jovem no Brasil, formado por aproximadamente 4,9 milhões de donos de negócios com idade até 29 anos, registrou nos últimos 14 anos um expressivo crescimento do nível de escolaridade e renda. Segundo levantamento do Sebrae, entre o 1º trimestre de 2012 e o 4º trimestre do ano passado, o percentual de jovens empreendedores com ensino superior incompleto ou mais saiu de aproximadamente 14% para quase 28%.

    Desde 2019 (4º trimestre), essa faixa de escolaridade passou a ocupar a segunda colocação, abaixo apenas do nível de ensino médio completo, que também cresceu, passando de 31% (4º trimestre de 2012) para 46% (mesmo período de 2025).

    A pesquisa, feita a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que essa elevação do nível de ensino foi acompanhada também por um aumento da renda desses empreendedores. No último trimestre de 2021, o rendimento real médio habitual do trabalho dos jovens donos de negócio (DN) foi de R$ 1.933, passando para R$ 2.576 no final de 2025.

    Entretanto, mesmo com essa evolução, o estudo do Sebrae indica que a renda dos empreendedores jovens ainda era cerca de 30,5% inferior à dos adultos DN e 30,6% menor que a dos seniores DN. A pesquisa sinaliza um avanço importante, diz o presidente do Sebrae, Rodrigo Soares.

    “Empreendedores mais qualificados alcançam, normalmente, melhor resultado na atividade. Temos trabalhado para estimular o empreendedorismo entre os jovens, por meio de ações inclusive nas faculdades e nos institutos tecnológicos. Somente ano passado fizemos 9,3 milhões de atendimentos por meio da educação empreendedora”, afirma Rodrigo Soares, presidente do Sebrae.

    Segundo o estudo, no final do ano passado, 15% dos jovens DN frequentavam instituições de ensino, proporção quatro vezes maior que a observada entre os adultos DN e 14 vezes superior à dos seniores DN.

    Rodrigo afirma que o crescimento da escolaridade e da renda dos jovens empreendedores abre oportunidades, mas que os desafios de produtividade, renda e sustentabilidade dos negócios ainda exigem políticas direcionadas especialmente a esse público. “Nosso desafio é não apenas ampliar o empreendedorismo nessa faixa etária, mas também atuar na formação desses jovens empreendedores que leve a emancipação com cidadania e inclusão”, acrescenta.

    Homens e negros

    A pesquisa apontou que o contingente de jovens donos de negócio representa aproximadamente 16% do universo de empreendedores no país e que esse grupo é predominantemente composto por homens (64%) e pessoas negras (57%). Entre os DN adultos, 65% são homens e 53% se autodeclaram negros. Já na faixa etária sênior (60 anos ou mais), a predominância de homens é ainda maior (70%), com maior participação de pessoas brancas (52%).

    Setores e localidades

    O setor de Serviços é onde a maioria dos jovens empreendedores atuam (57%), seguido por Comércio (17%), Construção (11%), Agropecuária (10%) e Indústria (5%). A maioria das empresas de jovens está concentrada no Sudeste (43%), no Nordeste (25%) e no Sul (15%). Norte (10%) e Centro-Oeste (7%) completam o quadro de localidades.

    Segundo o levantamento, 93% dos jovens empreendedores atuam por conta própria e apenas 7% são empregadores. Entre adultos e seniores, o percentual de empregadores é mais que o dobro (15% em ambos os grupos).

    Fonte: Agência Sebrae


Contadora

Andrezza Carolina Brito Farias

CRC: 1561/O-4

Competências:

  1. Mestre em administração de empresas;

  2. Especialização em auditoria e controladoria;

  3. Pós - MBA pericia contábil;

  4. Fiscal e coordenadora de fiscalização do CRC-AMAPÁ;

  5. Diretora executiva do CRC-AMAPÁ;

  6. Conselheira Federal na Câmara de fiscalização em Brasília;

  7. Professora universitária;

  8. Prêmio Dama Comendadora da Contabilidade da Amazônia;

  9. Prêmio Escritores de Ouro do Meio de Mundo;

  10. Prêmio Doutora Honoris Causa em Ciências Contábeis;

  11. Publicação do livro de própria autoria para empreendedores;

  12. Membro da associação dos peritos do Amapá - ASPECON - AP;

  13. 20 anos de experiência na área.

2º Responsável Técnico

Rita Kelly

CRC: 001762-O-2

Competências:

  1. Técnico em contabilidade;

  2. Sócia administrativa;

  3. Especialização em contabilidade;

  4. Especialização em societário;

  5. Especialização em RH;

  6. 25 anos de experiência na área.

3º Responsável Técnico

Dra. Gisele

Jurídico

Competências:

  1. MBA - Em Advocacia Pública;

  2. Pós-Graduação em alta performance em Licitações Públicas;

  3. MBA - Licitações Públicas para Implementação da Nova Lei 14.133/2021;

  4. MBA - Agente de Contratação e Pregoeiro Público com Ênfase na Nova Lei 14.133/2021;

  5. Analista Master em Licitação - Vianna e Consultores;

  6. Doutoranda na Universidade de Direito de Buenos Aires - Argentina - Cursando;

  7. Pós-Graduação em Direito Público - Instituto Processus - Brasília/DF;

  8. Bacharel em Direito - UNAMA Universidade da Amazônia - Belém/PA.

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