26/05/2026
O Sebrae Nacional apresentou, durante o evento “Finanças, cidadania e bem-estar: os desafios das mulheres no Brasil”, promovido pelo Banco Central (Bacen), um diagnóstico sobre as barreiras que mulheres empreendedoras enfrentam no mercado de crédito brasileiro. Reduzir essas barreiras passa, segundo a análise, por fatores como revisão das diretrizes de garantias para micro e pequenas empresas e capacitação e certificação de analistas de crédito.
A apresentação foi feita pelo coordenador de Acesso a Crédito e Investimentos do Sebrae, Giovanni Beviláqua, que participou do painel “Gênero e raça em foco: o que dizem os dados do Banco Central e do Sebrae”, realizado na última sexta-feira (22), no edifício-sede do Bacen, em Brasília (DF). O evento integrou a 13ª Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF).
O financiamento ao empreendedorismo feminino no Brasil é limitado por barreiras estruturais de acesso ao crédito para as empreendedoras. Entre elas, as barreiras patrimoniais e de garantias e as socioculturais e comportamentais, como a exigência de avalista masculino em muitas operações, sinalizando desconfiança institucional. A avaliação consta do artigo “Financiamento do Empreendedorismo Feminino Revisitado”, de autoria de Beviláqua e de Márcio Borges, da Unidade de Empreendedorismo Feminino, Diversidade e Inclusão do Sebrae.
Recomendações a partir do diagnóstico
“As recomendações são factíveis dentro do arcabouço regulatório atual e podem ser implementadas de forma gradual, com métricas claras de avaliação”, afirma Giovanni Beviláqua. O estudo defende que integrar uma sofisticação regulatória e o potencial empreendedor “é o próximo passo natural de uma agenda de desenvolvimento econômico que reconheça que a riqueza dos pequenos negócios não está apenas no que se pode ver, mas também no que se pode confiar”.
O painel contou com a participação de Livia Gratz, assessora no Departamento de Promoção da Cidadania Financeira do Bacen, que apresentou estudo sobre gênero, raça e crédito divulgado no novo Relatório de Cidadania Financeira, e de Ana Márcia Fonseca, chefe de Divisão no Departamento de Promoção da Cidadania Financeira do Bacen que expôs pesquisa qualitativa sobre educação financeira para mulheres.
O artigo completo “Financiamento do Empreendedorismo Feminino Revisitado: Uma Análise Interdisciplinar entre Diagnóstico de Mercado e Financiamento por Reconhecimento” (Beviláqua & Borges, 2026) pode ser lido na íntegra neste link.
Fonte: Agência Sebrae
CRC: 1561/O-4
Competências:
Mestre em administração de empresas;
Especialização em auditoria e controladoria;
Pós - MBA pericia contábil;
Fiscal e coordenadora de fiscalização do CRC-AMAPÁ;
Diretora executiva do CRC-AMAPÁ;
Conselheira Federal na Câmara de fiscalização em Brasília;
Professora universitária;
Prêmio Dama Comendadora da Contabilidade da Amazônia;
Prêmio Escritores de Ouro do Meio de Mundo;
Prêmio Doutora Honoris Causa em Ciências Contábeis;
Publicação do livro de própria autoria para empreendedores;
Membro da associação dos peritos do Amapá - ASPECON - AP;
20 anos de experiência na área.
CRC: 001762-O-2
Competências:
Técnico em contabilidade;
Sócia administrativa;
Especialização em contabilidade;
Especialização em societário;
Especialização em RH;
25 anos de experiência na área.
Jurídico
Competências:
MBA - Em Advocacia Pública;
Pós-Graduação em alta performance em Licitações Públicas;
MBA - Licitações Públicas para Implementação da Nova Lei 14.133/2021;
MBA - Agente de Contratação e Pregoeiro Público com Ênfase na Nova Lei 14.133/2021;
Analista Master em Licitação - Vianna e Consultores;
Doutoranda na Universidade de Direito de Buenos Aires - Argentina - Cursando;
Pós-Graduação em Direito Público - Instituto Processus - Brasília/DF;
Bacharel em Direito - UNAMA Universidade da Amazônia - Belém/PA.
Subir ao topo