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Câmara discutirá impactos da pejotização no trabalho, na arrecadação e no orçamento público

  • 27/04/2026

     
     


     

    Câmara discutirá impactos da pejotização no trabalho, na arrecadação e no orçamento público

    A Câmara dos Deputados realizará, na próxima terça-feira (28), uma audiência pública para discutir os impactos da contratação de trabalhadores como pessoa jurídica (PJ) em vez de empregados com carteira assinada. O debate ocorrerá às 14h, em plenário ainda a ser definido, e foi solicitado pelos deputados Rogério Correia e Bohn Gass. A discussão envolve efeitos fiscais, orçamentários, sociais e trabalhistas desse modelo de contratação.

    A audiência acontece em um momento em que o Supremo Tribunal Federal (STF) analisa regras relacionadas à chamada “pejotização”, no âmbito do Tema 1.389.

    O julgamento busca definir em quais situações a contratação de profissionais como pessoa jurídica ou autônomos é considerada legal.

    Também está em análise quando esse tipo de contratação pode caracterizar vínculo empregatício, mesmo sem registro formal em carteira.

    A decisão do STF deve estabelecer parâmetros que podem impactar relações de trabalho em todo o país.

    O que está em discussão sobre a pejotização

    A pejotização ocorre quando um trabalhador presta serviços como empresa, por meio de CNPJ, em vez de ser contratado como empregado formal.

    Esse modelo é utilizado em diferentes setores da economia, especialmente em atividades com prestação de serviços especializados.

    O debate na Câmara busca avaliar os efeitos dessa prática tanto para trabalhadores quanto para empresas e para o sistema público.

    Entre os pontos analisados estão aspectos legais, tributários e previdenciários envolvidos nesse tipo de contratação.

    Impactos para arrecadação e direitos trabalhistas

    Segundo os parlamentares que solicitaram a audiência, a pejotização pode ter reflexos na arrecadação de tributos e contribuições sociais.

    Entre os pontos citados estão possíveis impactos no financiamento da seguridade social e de fundos como o FGTS e o FAT.

    Também são discutidas as diferenças entre os direitos garantidos aos trabalhadores com carteira assinada e aqueles que atuam como pessoa jurídica.

    Além disso, o tema envolve a análise de como a legislação trabalhista se aplica a diferentes formas de contratação.

    Impactos práticos para empresas e profissionais

    Para empresas, a discussão sobre pejotização envolve aspectos relacionados à forma de contratação e aos custos associados à mão de obra.

    A eventual definição de regras mais claras pode influenciar decisões sobre estrutura de contratação e gestão de equipes.

    No campo contábil, o tema exige atenção quanto ao correto enquadramento dos vínculos e ao cumprimento das obrigações fiscais e trabalhistas.

    Para profissionais, o modelo de contratação pode afetar diretamente a forma de recebimento, a carga tributária e o acesso a benefícios previdenciários.

    Decisão pode influenciar mercado de trabalho

    A análise do tema pelo STF e o debate no Legislativo ocorrem em um contexto de mudanças nas relações de trabalho no Brasil.

    A definição de critérios para caracterização da pejotização pode impactar diferentes setores econômicos.

    Além disso, o tema também está relacionado à estrutura de financiamento do Estado, especialmente no que diz respeito às contribuições sociais.

    Os desdobramentos da discussão devem ser acompanhados por empresas, profissionais e especialistas da área contábil e jurídica.

    Fonte: Contábeis


Contadora

Andrezza Carolina Brito Farias

CRC: 1561/O-4

Competências:

  1. Mestre em administração de empresas;

  2. Especialização em auditoria e controladoria;

  3. Pós - MBA pericia contábil;

  4. Fiscal e coordenadora de fiscalização do CRC-AMAPÁ;

  5. Diretora executiva do CRC-AMAPÁ;

  6. Conselheira Federal na Câmara de fiscalização em Brasília;

  7. Professora universitária;

  8. Prêmio Dama Comendadora da Contabilidade da Amazônia;

  9. Prêmio Escritores de Ouro do Meio de Mundo;

  10. Prêmio Doutora Honoris Causa em Ciências Contábeis;

  11. Publicação do livro de própria autoria para empreendedores;

  12. Membro da associação dos peritos do Amapá - ASPECON - AP;

  13. 20 anos de experiência na área.

2º Responsável Técnico

Rita Kelly

CRC: 001762-O-2

Competências:

  1. Técnico em contabilidade;

  2. Sócia administrativa;

  3. Especialização em contabilidade;

  4. Especialização em societário;

  5. Especialização em RH;

  6. 25 anos de experiência na área.

3º Responsável Técnico

Dra. Gisele

Jurídico

Competências:

  1. MBA - Em Advocacia Pública;

  2. Pós-Graduação em alta performance em Licitações Públicas;

  3. MBA - Licitações Públicas para Implementação da Nova Lei 14.133/2021;

  4. MBA - Agente de Contratação e Pregoeiro Público com Ênfase na Nova Lei 14.133/2021;

  5. Analista Master em Licitação - Vianna e Consultores;

  6. Doutoranda na Universidade de Direito de Buenos Aires - Argentina - Cursando;

  7. Pós-Graduação em Direito Público - Instituto Processus - Brasília/DF;

  8. Bacharel em Direito - UNAMA Universidade da Amazônia - Belém/PA.

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