10/03/2026
A geração de empregos, em especial nas micro e pequenas empresas, e a abertura de novos pequenos negócios têm contribuído para a queda da informalidade no país. É o que aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). No trimestre encerrado em janeiro, a proporção de trabalhadores informais na população ocupada foi de 37,5%, o menor desde julho de 2020. O montante equivale a 38,5 milhões de trabalhadores. No trimestre móvel anterior, o percentual estava em 37,8% e no mesmo período de 2024 era de 38,4%.
De acordo com o levantamento, o número de empregados no setor privado com carteira assinada (incluindo trabalhadores domésticos) foi de 39,4 milhões. Houve estabilidade no trimestre e alta de 2,1% (mais 800 mil pessoas) no ano. Já o contingente de trabalhadores por conta própria (26,2 milhões) ficou estável no trimestre e aumentou 3,7% no ano (mais 927 mil pessoas).
A força das micro e pequenas empresas na contratação de pessoas com carteira assinada é confirmada pelo estudo feito pelo Sebrae a partir dos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Somente em janeiro, as MPE foram responsáveis por 64% dos empregos criados no país: de um total de 112.334 postos de trabalho, 71.732 estavam no setor.
Somado a isso, o Brasil bateu um recorde na criação de empresas em 2025. Foram 5,1 milhões de empreendimentos abertos, segundo a emissão de cartão CNPJ da Receita Federal. Levantamento feito pelo Sebrae indica que o número é 18,6% maior do que no ano anterior. Das empresas abertas no ano passado, mais de 4,9 milhões são pequenos negócios – microempreendedores individuais (3,8 milhões), microempresas (927 mil) e empresas de pequeno porte (207 mil) -, o que representa 96% do total.
“Não são somente números, mas são homens e mulheres que estão dispostos a concretizar seu sonho de empreender e, com isso, geram emprego e renda para a nossa população. É um avanço coletivo, capitaneado pelo presidente Lula e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, de estimular a pequena economia para promover a inclusão social e desenvolvimento do país”, ressalta o presidente do Sebrae, Décio Lima.
Fonte: Agência Sebrae
CRC: 1561/O-4
Competências:
Mestre em administração de empresas;
Especialização em auditoria e controladoria;
Pós - MBA pericia contábil;
Fiscal e coordenadora de fiscalização do CRC-AMAPÁ;
Diretora executiva do CRC-AMAPÁ;
Conselheira Federal na Câmara de fiscalização em Brasília;
Professora universitária;
Prêmio Dama Comendadora da Contabilidade da Amazônia;
Prêmio Escritores de Ouro do Meio de Mundo;
Prêmio Doutora Honoris Causa em Ciências Contábeis;
Publicação do livro de própria autoria para empreendedores;
Membro da associação dos peritos do Amapá - ASPECON - AP;
20 anos de experiência na área.
CRC: 001762-O-2
Competências:
Técnico em contabilidade;
Sócia administrativa;
Especialização em contabilidade;
Especialização em societário;
Especialização em RH;
25 anos de experiência na área.
Jurídico
Competências:
MBA - Em Advocacia Pública;
Pós-Graduação em alta performance em Licitações Públicas;
MBA - Licitações Públicas para Implementação da Nova Lei 14.133/2021;
MBA - Agente de Contratação e Pregoeiro Público com Ênfase na Nova Lei 14.133/2021;
Analista Master em Licitação - Vianna e Consultores;
Doutoranda na Universidade de Direito de Buenos Aires - Argentina - Cursando;
Pós-Graduação em Direito Público - Instituto Processus - Brasília/DF;
Bacharel em Direito - UNAMA Universidade da Amazônia - Belém/PA.
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